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Reforço da Inter, França não quer ser chamado de Felipe Melo do interior

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Por Edmar Ferreira

Quando França foi contratado pela Internacional e anunciado com muito glamour na festa de apresentação do elenco no Shopping Nações, os torcedores leoninos já comentavam nas redes sociais que agora o alvinegro tinha em seu elenco um “Felipe Melo do interior”.

Apesar de ter as mesmas características do volante palmeirense, como raça e determinação, França, de 27 anos, não quer ser comparado ao craque do Verdão. “Felipe Melo é um e eu sou outro. Mas agradeço os torcedores pelo carinho que estão tendo comigo. Desde minha chegada aqui fui muito bem recebido. Na verdade eu sou um uruguaio falsificado”, comentou.

Apesar do apelido de pitbull, que ganhou logo em seu primeiro ano de Palmeiras, o novo reforço disse que está com a cabeça boa e que pretende tomar poucos cartões na Série A-2 do Campeonato Paulista, apesar do seu estilo aguerrido e de não “perder a viagem”. “Claro que todo volante está sujeito a cartões, mas tentarei ser o mais leal possível nas divididas”, frisou.

Você tem sido chamado de presente de Natal pela torcida leonina. Como você encara isso?

Fico feliz. Até por ter passado por vários clubes, entre eles o Palmeiras, a torcida cria sim uma boa expectativa sobre o meu futebol. Espera um pouco mais de mim. Quero passar para eles que todos podem contar comigo. Estou muito motivado. Vim para a Inter com a cabeça boa e disposto a fazer história. Tenho certeza que 2019 será um ano de vitórias.

Por que a Internacional?

Primeiro pela história que o clube tem, sendo inclusive o primeiro campeão paulista do interior em 1986 e segundo, porque gostei do projeto que foi apresentado pela diretoria para mim e para o meu empresário. O objetivo é realmente subir para a divisão de elite e isso me motivou a aceitar o convite e assinar o contrato.

E sobre o elenco?

Professor João Vallim tem sido pontual nas contratações e aos poucos está formando uma equipe aguerrida e competitiva. Temos jogadores experientes no grupo como eu, Nata e o Oliveira. Tem também aqueles jogadores que ficaram, como Nikão, Luís Roberto e o Marquinhos. Ou seja, já temos uma espinha dorsal. Pelos treinos é possível ver que estamos com uma boa saída de bola.

Dos seus companheiros de Inter, já conhecia alguém?

Não. Estou trabalhando pela primeira vez com meus companheiros. Da Copa Paulista eu conhecia o lateral Mizael e o atacante Leleco.

Você foi o melhor em campo nos primeiros jogos-treinos da Inter. Isso é sinal que você já se ambientou?

Sempre fui da opinião que treino é jogo e jogo é guerra. Levo a sério minha profissão e nos treinos tento dar sempre o melhor de mim. Sempre fui competitivo e aqui não será diferente.

Já disputou alguma Série A-2 ou será a primeira?

Será minha segunda A-2. Já defendi o Noroeste nesta divisão. Fiz 10 bons jogos e fui negociado com o Coritiba. É um campeonato duríssimo, equilibrado e que aquele que errar menos, subirá.

É verdade que seu primeiro gol foi justamente contra o XV de Piracicaba, adversário de estreia da Inter?

Sim e foi um dos gols mais bonitos da minha carreira. E foi inclusive o gol da vitória. Quem sabe eu repira a dose na estreia da A-2. Gostaria de ver o Limeirão cheio para nos apoiar.

O que a torcida por esperar de você?

Muita raça. Nunca estive tão bem fisicamente. Estou focado e com vontade de vencer. Encontrei Jesus na minha vida e tenho uma família linda. Sou servo de Deus e ele vai me honrar aqui na Inter.

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