Enfrentar Falcão será a realização de um sonho, afirma Agnaldo Freitas

Por Edmar Ferreira

Amanhã será um dia especial para Limeira. Pela primeira vez, o craque Falcão fará um jogo-exibição.

Será no Poliesportivo do Nosso Clube, a partir das 19h30. Sua equipe, que terá o uniforme com as cores da seleção brasileira, enfrentará o GF Brutos, do empresário Agnaldo Freitas, de 37 anos.

Nascido em Loanda, cidade paranaense, Nego, como é carinhosamente chamado, veio para Limeira aos 8 anos e com 12 já trabalhava com joias.

Seu crescimento empresarial foi assustador. Hoje é um dos maiores do Brasil no setor.

Freitas está casado com Delma Gomes há 17 anos e tem dois filhos, Henrique e Yasmin.

Os portões serão abertos às 18h. Alunos da escolinha do Thié Sports farão a preliminar. Em seguida, alunos especiais estarão em quadra. A partir das 19h30, as emoções estarão reservadas para o jogo do craque. Quase todos os ingressos foram vendidos.

Para você que é um apaixonado pelo futsal, como será enfrentar Falcão?

Será a realização de um grande sonho. O Falcão é o Pelé do futsal. A minha ficha ainda não caiu e vai demorar um pouco para cair. Sempre o admirei como jogador e principalmente como pessoa. Ter a oportunidade de enfrentá-lo e ainda por cima na minha cidade será emocionante. Vou até adiantar para você, vou jogar 10 minutos a favor do time dele. Não iria perder essa oportunidade.

Como surgiu o convite para sua equipe enfrentá-lo?

Quando o evento foi confirmado para Limeira, o time de Falcão precisava de um adversário. Como o lateral Zóio, que está na organização junto com o Lê, é muito meu amigo, na hora lembrou da minha paixão pelo futsal. O convite foi feito e é claro, não tive como recusar. Estou muito feliz com essa oportunidade. Não vejo a hora de chegar sexta-feira.

O futsal faz parte de sua vida?

Com certeza, posso dizer que amo esse esporte há 22 anos. Faz sete que comando sozinho o Brutos, isso após a saída do Afonso. Já fomos tricampeões do Municipal e bi do JOFE. Ganhamos aquele campeonato com 80 equipes, que foi o mais difícil de todos. A final foi contra o H2S. Empatamos por 4 a 4 no tempo normal e vencemos nos pênaltis. Foi a nossa maior conquista.

É verdade que você gostaria de ter uma equipe profissional de futsal?

Cheguei até a fazer um levantamento de quanto eu gastaria para ter uma equipe profissional, que fosse filiada a Federação Paulista de Futsal. Aliás, não me conformo que uma cidade do tamanho de Limeira, que chegou a ter 80 equipes, não tenha um representante disputando um Campeonato Paulista ou uma Liga Nacional. Esta semana eu vi que São Carlos está no Brasileiro. Lamento muito. Quando a Winner atuava até dava para entender, pois tínhamos um representante das quadras. Agora que não tem, o futsal seria uma ótima opção. Tem muita gente que gosta desta modalidade na cidade.

Você também ajudou várias equipes do Campeonato Amador?

Gostamos de esporte e estamos sempre apoiando. Minha ligação mais forte foi com o Belinha Ometto. Ajudei também o Seringueira Kahel e o Novo Horizonte, que foi o vice da Terceirona no ano passado. Mas em razão de um acontecimento na final do ano passado no Pradão, eu e a Delma decidimos não patrocinar nenhuma equipe nesta temporada.

Você também ajudou a Internacional?

Sempre comento com minha esposa que graças a Deus a GF traz sorte as equipes que eu patrocino. A Inter ficou quase dez anos na Série A-3. Quando recebemos o convite do Renato Boralli e colocamos a nossa logomarca, o time de cara subiu, foi vice da Copa Paulista e disputou até a Copa do Brasil. A Inter faz parte da minha vida e não descarto que um dia eu possa voltar a patrocinar.

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