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Em entrevista, Elói afirma que Inter foi fundamental para seu sucesso na carreira

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Só elogios e juras de amor.

O ex-meia Elói não esconde o enorme carinho que tem pela Internacional e pela cidade de Limeira.

Foram 101 jogos e 26 gols de 1981 a 1983, alguns memoráveis, como o por cobertura diante do Grêmio, no Limeirão.

Na entrevista que concedeu ao Pimba nos Esportes da Rádio Mix 770 AM, o eterno reizinho do Major Levy colocou esse gol contra o time gaúcho como um dos três mais bonitos que marcou em sua carreira.

“O mais bonito foi em Andradina, quando driblei o time adversário inteiro e marquei. O árbitro me pegou no colo e me levou até o meio de campo. Já pelo Santos, marquei um golaço diante do Milan, em pleno estádio San Siro”, lembrou.

Elói afirmou que só não continuou na Inter porque sonhava em jogar na Europa.

“Dificilmente eu conseguiria um bom contrato se continuasse em Limeira, apesar da grande alegria que tinha por jogar no Leão. Eu teria que me destacar em um clube grande para ter essa chance. Graças a Inter e a Bola de Prata que ganhei vestindo essa camisa, pude jogar no Santos, Vasco da Gama, Cruzeiro, Fluminense, Botafogo e também na Europa”, frisou.

Jogou no futebol italiano na mesma época de Maradona e Platini, defendendo o Genoa. Em Portugal foi campeão da Champions League com o Porto, time que defendeu de 1985 a 1987.

Francisco das Chagas Elói passou também por Boa Vista/RJ, Ceará, Fortaleza, América/RJ e Nacional/AM, onde se aposentou em 1996.

Elói, hoje com 65 anos, afirma que ainda está muito bem fisicamente e vem atuando inclusive fora do país, em edições da Copa AFIA no México e em Portugal (só não está na Espanha agora por conta da pandemia do novo coronavírus).

“Todos os torneios que disputo sou eleito o melhor jogador e o artilheiro. Sempre fui competitivo. Sei que tenho uma boa técnica e pensamento nisso, aprimorei a parte física para ser um dos melhores da minha posição”, contou.

O narrador Edmundo Silva, que narrou inúmeros jogos do meia, afirmou que Elói gostava dos chamados jogos grandes.

“Não importava se era no Morumbi ou na Maracanã, ele sempre arrebentava. É por isso que ele ganhou a eleição de melhor camisa 10 da Inter de todos os tempos. O João Batista foi fundamental em 1986, mas não desequilibrava como Elói”, lembrou.

O próprio entrevistado confirmou esse tese da voz metálica.

“É tão verdade isso, que sempre marcava gols no Flamengo, quando o Maraca estava lotado. Eu gostava de casa cheia. Teve uma vez que a seleção paraguaia recebeu o Santos em um amistoso antes da Copa do Mundo. Vencemos por 2 a 0 e eu fiz os dois gols do jogo. Eu vivia motivado, principalmente em jogos grandes”, confidenciou.

Elói esteve em Limeira no ano passado, onde foi homenageado no tradicional Leão de Ouro.

O ex-jogador completou a entrevista agradecendo os torcedores da Inter e reforçando o amor que sempre teve pelo clube.

“Minha eterna gratidão a esse time, sua torcida e a cidade que me acolheu muito bem”, completou.

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