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Era só Domenec Torrent não mexer na estrutura deixada por Jesus

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Lembra aquela famosa música: “o que eu sou sem Jesus? nada, nada, nada”. Pois bem, já dizem que é o novo hino do Flamengo. Mais uma derrota, outra atuação apática e novamente os medalhões sem vontade. E diante de um time candidatíssimo ao rebaixamento, que é o Atlético/GO. A vida de Domenec Torrent é curta no Mengão.

Domenec Torrent cometeu um grande erro: não dar continuidade ao vitorioso esquema tático de Jorge Jesus. Achou que poderia mudar tudo e os jogadores responderiam, dando show. Ledo engano. Inventou demais e perdeu seus dois primeiros jogos, algo que não acontecia com o rubro-negro desde 1997.

Torrent chegou ao cúmulo de improvisar Rodrigo Caio na lateral-direita e deixar Rafinha e Arrascaeta no banco. Tomou 3 a 0 e poderia ter sido mais. O descontrole dos jogadores do Flamengo é absurdo. O goleiro Diego Alves foi expulso por agredir um jogador do Atlético. Rafinha só não foi expulso porque Luiz Flávio de Oliveira teve dó.

Reconheceu erro

Diego Alves reconheceu o destempero já com a cabeça fria. O goleiro foi até o vestiário adversário em Goiânia e pediu desculpas a Matheus Vargas, do Atlético/GO, pela agressão. Os dois se abraçaram e conversam de boa.

Mas é bom destacar também a excelente atuação do goleiro Jean, ex-São Paulo. Aquele mesmo que bateu na mãe dos seus filhos. Literalmente, fechou o gol, parando Gabigol. Foi um dos maiores pontuadores do Cartola, com 16 pontos.

Presidente quer exemplo

Adson Batista, presidente do Atlético/GO, ficou indignado com o responsável pelo Twitter do clube goiano. Logo após a vitória sobre o Flamengo foi postada a frase: “Pode vir, Liverpool”. Foi uma provocação ao Mengão, que havia perdido por 3 a 0. “Isso é atitude de torcedor. Não podemos agir assim. Se queremos ser respeitados, temos que respeitar”, escreveu o dirigente nas redes sociais. Perfeito!

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