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Gran conta com uma professora elétrica, que motiva os associados

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Uma professora “elétrica” e cheia de disposição. A alegria contagiante de Márcia Araújo da Silva incentiva os frequentadores da academia da Sociedade Gran São João a não deixar a “peteca cair” em nenhum momento.

Ela incentiva, corrige, motiva e dá sempre uma palavra de otimismo. Ou seja, ela literalmente preenche o espaço com sua energia. Assim fica fácil retomar o condicionamento físico após sete meses do início da pandemia do novo coronavírus.

O maior desafio de Márcia e de seus companheiros de profissão no clube é fazer o associado perder o peso adquirido neste período ocioso, sem atividade física. “Os alunos voltaram a frequentar a academia com entre três e seis quilos acima do peso. E todos estão preocupados com a balança. Até fogem dela. Agora querem recuperar, mas precisam dosar. É normal sentir cansaço nesse primeiro momento. Além disso, terão que conviver com aquelas dores musculares de início. Mas faz parte. É uma retomada de trabalho que requer disciplina”, explicou.

Sua dedicação aos alunos é notável, principalmente a turma da terceira idade, até porque, é atenciosa ao extremo. “É bonito demais ver meus alunos se dedicando. Principalmente os idosos, que sofreram demais com essa pandemia. Muitos perderam até a força, mas querem retomar a forma que estavam antes de março. É um período complicado, mas com força de vontade todos vão conseguir. Vou ajudá-los no que for preciso”, frisou.

Mas não é apenas a parte física que requer uma atenção especial neste retorno aos treinos. Segundo Márcia, a alimentação precisa ser controlada. “Pessoal comeu demais nessa pandemia. Me incluo nessa lista”, sorriu.
Segundo a professora, se colocarmos duas pessoas de 90 quilos, uma ao lado da outra, dá para notar a diferença de quem treina. “O aluno por exemplo, tem esse peso dividido pelo corpo, com massa muscular. Aquele que não faz nenhum tipo de atividade, que é sedentário, se torna obeso e tem o peso mal distribuído. Por isso a importância da atividade física. Não se pode ter preguiça”, comparou.

Márcia disse que sua energia é hereditária. “Culpa da minha mãe Rosa que também é elétrica. Acho que por ser filha única, copiei minha mãe em tudo”, dedurou. “Eu acordo disposta sempre. Sou assim 24 horas e não mudo. Gosto do meu jeito e sei que as pessoas me admiram por isso. Sou grata sempre a Deus por te dar tanta disposição. Desta forma, consigo motivar ainda mais meus alunos. Muitos brincam comigo e perguntam se eu não desligo nunca. Claro que não, né”, contou.

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